Personal Trainer

Outro dia, minha mãe estava relembrando minha infância com a minha madrinha. Nessas de “porque na minha época”, minha mãe contou como era o meu mamá (a mamadeira…): leite integral, Muciilon AND farinha láctea Nestlé. E com toda noção de nutrição do mundo, pular dessa mamadeira para uma cheia de coca-cola, foi uma questão de aprender a falar para poder pedir.

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Conclusão: eu fui uma criança… grande. Minha mãe não admitia que me chamassem de gorda. Era aquele monte de sinônimos mentirosos que usamos para nos enganar até hoje: ossos largos, criança forte, em desenvolvimento, não vou deixar a menina passar fome, etc. etc. etc.

Para piorar a auto-estima, eu tinha uma irmã fofa (ainda tenho =*). Tudo o que eu tinha de ona (fortona, grandona, gordona), ela tinha de inha (pequenininha, magrinha, loirinha, bonitinha). O golpe de misericórdia veio uma vez que minha avó nos comprou pijamas. Eu tinha oito anos e minha irmã quatro. Ela ganhou um pijama de ursinhos sonolentos tendo bons sonhos e meu pijama tinha a estampa do Michael Jordan enterrando uma cesta, porque só a linha masculina tinha a numeração 14, que servia em mim.

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Os anos se passaram e comer nunca deixou de ser bom. Bati no 79kg medindo 1,62m. Eu não tinha a mínima noção de imagem. A culpa das roupas não servirem em mim não era minha: era das numerações cada vez menores. E para ficar por cima, diminuía os outros. “Se eu uso GG a Fulana de Tal usa o que???” Bom, ela usa o que ela quiser, cuide da sua vida.

E foi o que eu fui fazer. Minha resolução de vida era emagrecer até os 30 e eu tinha um ano para isso. Fui pra academia e tive aulas com um personal trainer. Acontece que cuidar da minha própria vida não é meu forte e eu comecei a reparar nas pessoas que iam àquele antro de saúde e tinham aulas com professores particulares. Separei-os em grupo, com base no personal:

A personal gostosona: As meninas que tem aula com essa professora já tem corpão de natureza: cintura fina e quadril largo. Não adianta sonhar em ser paquita, meu bem. Seu futuro é paniquete. Elas aceitaram o status quo e partiram para o agachamento.

O personal sabirila (perna de sabiá, peito de gorila): Seus alunos querem ter o físico do Jhonny Bravo: tronco que da medo de passar perto de algo pontiagudo porque pode estourar, perna  que enverga com o vento;

O personal bonitão: Suas alunas vão para academia de cabelo solto e maquiadas. E minha maior dúvida é: como elas não suam?!?!?

O meu personal: Santo Expedito, aquele das causas impossíveis. Suas alunas são os casos perdidos. Elas vão para academia descabeladas, a roupa é a mais confortável, nunca a mais bonita. Elas peidam quando agacham, arrotam quando contraem o abdomen e sofrem para fazer qualquer exercício novo.

Eu até consegui emagrecer, mas tenho certeza que ainda tem mucilon da infância nesse corpo:

Mucilon

 

Cássia

 

Cássia Pires, graduada em Relações Internacionais (ou corte e costura, como diz o meu irmão).          Apaixonada pela sua peluda Lola, escreve o blog Nos Nervos (o que deveria fazer mais) e anda numa  fase “sou fitness”, embora não resista a uma boa gulodisse.

TOP 5 Pessoas que Você vai Conhecer antes de Casar

“Mil namorarão ao teu lado, dez mil a tua direita mas tu não serás atingido”  Livro do Desespero 1

Esse post foi escrito com muito carinho para todos os meus amigos evangélicos, cristãos-protestantes que estão na luta por um futuro (a) esposo (a). Acredito que nesta luta diária, várias personagens surgem para atrapalhar a vida ou acrescentar a fé nos corações daqueles que desejam veementemente um companheiro (a).

Vamos aos fatos:

1)      O cara ou a mina que mora longe.

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Vamos deixar as coisas claras por aqui. Não é porque o seu amigo ou sua amiga conheceu alguém em uma reunião de mocidade em Curitiba e  se casou e está sendo feliz para sempre que isso vai, necessariamente, acontecer para você. Você pode até conhecer um cara ou uma mina legal que tem todo o potencial para vir a ser seu namoradinho (a). Mesmo que ele (ou ela) resida no Rio Grande do Norte. Aí você vai olhar para aquele sorriso e pensar: “O Amor supera tudo!”. Afinal, o que é a distância para quem está afim de verdade? Quando as pessoas querem, elas dão um jeito, não é o que dizem por aí?

Mas meu amigo (a), na primeira viagem onde seu rycco salarinho será gasto com passagens, gasolina, pedágios, hospedagem e afins, toda sua esperança e paciência morrerá. Beleive me. É só descer em um terminal rodoviário “chechelento”  ou gastar metade do seu fim de semana em um aeroporto que o seu primeiro pensamento será: “Não foi pra isso que eu me depilei”.

2)      O cara ou a mina que não é da igreja.

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Aí vem aquela sua amiga (o) que não arrumava ninguém, cujas portas do amor estavam fechadas a sete chaves te diz: Tô namorando.

Você: O quê!? Como? Onde?! Quem é? Eu conheço?

Amiga (o): Ah, você não conhece. Ele (ela) não era da igreja, mas a gente se conheceu e ele se converteu! Vou casar mês que vem.

Tá. Legal. Parabéns para sua amiga (o). Tenta você para ver. Você vai acabar descobrindo que seu potencial candidato (a), pratica magia negra. As comportas do inferno estarão abertas com piscinas de lavas aquecidas a te esperar. Corre que é cilada, Bino.

3)      O Amigo (a)

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Você acha que aquele amigo (a) pode estar dando mole pra você. Mas acredite: Ele (ela) não está. Fim. Move on. Vamos colocar a seguinte situação hipotética: Daí você tem um grupinho super legal de amigos. Tá todo mundo junto se amando, saindo, se divertindo. Alguém fica afim de alguém. Pronto. Acabou o grupo. Fica aquele clima desconfortável e vocês jamais serão os mesmos. Pura maturidade cristã. Precisamos aprender a interpretar sinais, people!

4)      Dinho Ouro Preto (ou Pitty)

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O negócio está mais que claro. Está todo mundo vendo que o cara é o irmão perdido do Dinho Ouro Preto ou que a mina é a prima distante da Pitty. Ele (ela) não tem NADA a ver com você. Sua família falou, seus amigos, seu terapeuta, TODO mundo deu aquele sinal de que a coisa não é para você. Mas você – que já está sentado na janelinha do bonde dos desesperados – acha que tem potencial e vai tentar mesmo assim.

É a receita para o desastre. Depois, você vai ter que ficar aguentando as tias véia da igreja falando: “Não deu certo, fia? Que pena, parecia que ia engatar, né? Mas ó, fica em paz que no tempo certo Deus vai preparar para você, viu? Fica triste, não.” Nem adianta reclamar para Deus. Ele tem mais o que fazer e vai te dizer: “Querida (o), cada um tem o que merece.”

5)      Transformers

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O cara ou a mina parecem ser normais. Vejam bem: eu disse parecem. Minha avó sempre dizia: “Fia, nem tudo o que reluz é ouro”. Aprendam pupilos, guardem isso no coração. Hoje você está de papinho com um ser que parece ser interessante. Amanhã, você descobre que o cara é xiita, do nível: “o homem é o cabeça da casa”. Ou que a mina é totalmente legalize: “vamos para a praia fumar um banza que tá tudo certo”. De novo: corre que é cilada, Bino!

Querido leitor, caso você já encontrou todas as personagens acima, alegre-se: Pode ser que você já esteja na iminência de encontrar seu parceiro (a). Caso ainda não encontrou, espero que este post te ajude a ir se preparando psicologicamente para as encruzilhadas desta vida.

Mas a principal mensagem que eu gostaria de deixar aqui é: Relaxem. No fim, vai dar tudo certo.

A Cebola

Um dia desses eu saí cazamiga para dar aquele rolê e verificar se haviam candidatos em potencial para alegrar nossas vidas “sem amor”.

Rolê vai, rolê vem, uma amiga chega em mim com toda a delicadeza e me diz:

Amiga: Raisa. Você tem que melhorar sua postura.

Raisa: Porquê!?

Amiga: Você dá medo. Dá para ver na sua cara se algo te desagrada ou não. Você tem que aprender a disfarçar.

Raisa: Mas e daí? E eu faço o quê!? Faço a fofa!?

Amiga: Sim!!! Exatamente. Faz a fofa, se não você vai morrer solteira.

Gente. Eu nem vou entrar nos méritos sobre comportamento, sociedade, machismo, feminismo, hipocrisia, autenticidade, etc, etc e tal. Daria para escrever um livro sobre o tema “Faz a fofa”. Mas vou focar no que aconteceu comigo. Eu tentei fazer a fofa. Quem me conhece deve estar lendo isso e rolando de tanto rir, porque nem conseguem me imaginar tentando dar uma de delicada. Mas eu fiz a fofa, gente. Eu fiz.

Eu nunca vou me esquecer deste dia. Vamos á sequencia de eventos: A Raisão estava afim de um mocinho. O mocinho convidou a Raisão para ir ao Outback. Todo mundo pediu cebola. A Raisão AMA a cebola do Outback. Mas a Raisão não comeu a cebola para ficar linda, cheirosa, sem dedos engordurados e sem bapho. O mocinho, no fim das contas, era um idiota.

Mulheres do meu Brasil, querem saber o que essa experiência me ensinou? Comam a cebola. Sejam vocês mesmas e não mudem seu comportamento por ninguém. Ponto.

Caso vocês ainda acharem que vale a pena fazer aquele “esforcinho extra” para conquistar alguém, saibam de uma coisa. Quando você tenta fazer a fofa, ou seja, quando finge ser algo que não é, você fica assim:

 

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And that is NOT cool. Portanto, me façam um favor. Comam a cebola. Pelo amor de Deus.

Era uma vez no inferno (Leste Europeu)

Barracones_en_Auschwitz_II-Birkenau,_Polonia5Entrei no inferno numa tarde de verão do mês de julho do ano de 2006. Sim, no inferno. Não fiz nenhuma viagem astral e certamente não morri. Mas como eu cheguei lá? Já explico. Aquele foi o julho mais incrível da minha vida. Estava finalmente acontecendo, a sacudida tão esperada na minha vida, o impulso, a largada. Uma bolsa de estudos para um curso de verão no exterior. Um presente de ouro para todo estudante de Relações Internacionais que se preze.

Pois bem, meu destino e que acabou sendo um dos meus cantinhos preferidos do mundo: O Leste Europeu. O curso foi ministrado pela Universidade de Lódz, na Polônia. Em solo polonês, além das aulas, tive a oportunidade de conhecer diversos pontos turísticos e participar um pouco do dia-a-dia daquele país tão cheio de história. E falando em história, a Polônia, invadida pelos alemães e russos, guarda em algumas de suas ruas, becos e vilas, as marcas da crueldade humana.

Era uma tarde quente quando recebemos o convite para sair de Lódz rumo a Cracóvia, onde passaríamos um final de semana. Entre os programas, além da visita a um castelo medieval aparentemente suspenso na água e uma catedral de sal, uma visita a Auschwitz-Birkenau. Minha inspiração para estudar as Relações Internacionais nasceu da minha paixão por leituras sobre guerras, situação das mulheres em culturas diversas e sempre muita história. Lembro-me de papai conversar com mamãe preocupado: Será que faz bem isso, ela é uma criança e lê esses livros tão pesados? Não seria melhor comprar outros mais adequados para a idade dela? Mas não adiantava.

Lá pelos meus 12 anos eu havia lido “E o mundo silenciou…”, o diário de Benjamim Abraham, um sobrevivente do holocausto. Mas nada, nem os livros, nem os filmes que eu tinha visto me prepararam para a sensação de adentrar os portões de ferro com a frase “Arbeit Macht Frei”, só o trabalho liberta. No verão escaldante ou no inverno rigoroso a vida nos campos era o pior dos pesadelos. Do paredão de execuções, às câmeras de gás e fornos de cremação, a eterna lembrança da morte. Ali a morte impera apesar de tanto tempo, do silêncio naqueles corredores frios e daqueles retratos pálidos.

Só o trabalho liberta  - Fonte Subsolo das Memorias

As unhas marcaram paredes das celas. A tortura e a fome endoideceram a tanto ali. Mas ainda não era tudo. Haveria ainda uma montanha de cabelos. Mechas de toda cor, algumas tranças inteiras. Depois novas montanhas: de malas, de próteses e cadeiras de rodas, de latas de gás. Não era difícil ver lágrimas escorrendo dos rostos dos meus amigos, escapando debaixo dos óculos escuros. Eu ia resistindo, lembrando os depoimentos que li, vivendo a memória de outros tantos, até que cheguei a Ala das Crianças.

Roupas, pequenos sapatos, brinquedos, laços. E fotos, muitas fotos das crianças trazidas para o maior campo de concentração em solo polonês, dispersas das famílias, assustadas e famintas. E foi então que eu vi a boneca. A boneca tinha vestido xadrez e tinha o rosto toscamente remontado aos pedaços. Como se alguém e tenho certeza, alguém de uniforme e botinas germânicas, tivesse pisado nela.

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Mais tarde, em Birkenau, os beliches de três andares tortos para que coubessem mais judeus, os buracos que serviam de privada, as escassas lareiras para proteção contra o frio. E por detrás dos barracões uma surpresa: existe um vale de ossos secos. Uma terra ressequida, arenosa, onde ainda é possível ver resquícios de ossos humanos.

Observei aquela atmosfera quase fúnebre com tristeza, mas com uma sensação de estar fazendo algo correto ao testemunhar aquilo que não deve jamais ser esquecido. Lutando contra a eterna lembrança da morte, vi pequenas flores amarelas, as únicas coisas vivas por lá. Voltamos ao ônibus calados. Ninguém puxou uma música, nem sorriu por muito tempo.

Eu me lembro de muitos detalhes deste dia. De volta a Cracóvia, vistamos um museu judaico e na saída marcamos de jantar em uma cantina italiana. Só que no caminho nós nos perdemos, perambulamos pela cidade e demos de cara com o inesperado. O antigo gueto estava em festa. Os violinos preenchiam o ar e havia flores nas janelas. O povo cantava, comia e bebia. O povo que sobreviveu. Vida! Algo disse dentro de mim, vida! E aí então eu sorri e chorei outra vez.

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Gabriela Coutinho, graduada em Relações Internacionais, pós graduada em Direito Internacional e atualmente se especializando em Redes Digitais, Terceiro Setor e Sustentabilidade pela Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo (ECA/USP). É ativista, uma viajante de carteirinha e uma escritora das horas vagas.

Chega Mais Perto

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Chega mais perto. Mais… Mais! Tá bom, eu me aproximo. Olha pra mim. Por que não? Me olha nos olhos, porra! Por mais de dois segundos, por favor. Por que está rindo? Riso histérico, eu diagnosticaria. Isso. Mas me olha de verdade. Quero dizer pra você olhar pro que eu estou sentindo e que está escancarado aqui nesses dois olhos marrons que te engolem. Tá, você não sabe brincar. Para de rir! O que esconde esse riso, hein? Não quer ver o que eu sinto ou não quer ver o reflexo do que você mesma sente? Ei, não foge. Desculpa, exagerei. Chega mais perto. Isso! Viu como é fácil? Eu não mordo. Sua mão está fria, me deixe esquentá-la. Deixa-me ver a outra. Vou esquentar também. Você está nervosa? Parece… Entendi. Olha pra mim. Obrigada. Posso chegar mais perto? Vergonha de que? Larga a mão de ser boba. Posso ou não? Suas maçãs do rosto estão vermelhas e quentes. Seu rosto é tão macio… Vai ser sempre difícil assim te beijar?

É. Eu sei que vai.

 

 

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Autora do projeto fotográfico Nu Cotidiano, Andrea de Lima tem 26 anos é fotógrafa e capricorniana.

Crise Eterna de uma Mente Sem Lembranças

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Nas últimas semanas, ocorreram tantos eventos envolvendo a imaturidade alheia que eu resolvi me pronunciar a respeito. Infelizmente, ao observar algumas pessoas, tenho a nítida impressão de que elas estão vivendo em uma eterna “Malhação”. E digo mais: Tenho plena convicção que 32 é o novo 25. Falo isso pois a quantidade de pessoas que eu conheço acima dos 30 anos que estão “pirando o cabeção” e “subindo pás cabeça” é impressionante. Não que eu seja um exemplo de maturidade, longe disso. Mas foram tantas situações consecutivas e tantas cabeçadas que este assunto começou a me intrigar.

A falta de maturidade de alguns dá quase para ser comparada ao vício em drogas. O indivíduo se prejudica, prejudica quem está em volta, jura que vai mudar e que pode parar e consertar tudo a hora que quiser. Mas experimenta dar uma chance. É só dar uma chance e esperar para ver, que volta e meia o cara vai estar lá, com a boca na botija. Tem gente que precisa ir para o rehab da vida. Se bobear, internação involuntária.

Para quem acha que eu estou exagerando, pergunte a si mesmo se você não pensa duas vezes antes de realizar um post no Facebook. Ou, se você compartilha suas informações pessoais com qualquer pessoa. Dá para confiar em todo mundo? Quantas vezes você já teve que ter doses extras de paciência no trabalho porque alguém simplesmente não consegue separar o pessoal do profissional? Ou ainda, quantas pessoas você já viu alguém agindo sem pensar nas consequências? E quando as consequências surgem, se fazem de vítimas e correm para o colinho da mamãe e do papai?

Fiquei refletindo um tempo sobre este tema e lembrei que uma vez li um artigo de um psicólogo que descrevia a “Adultescência” como um dos fenômenos sociais do Século XXI. Dei um Google, e visualizei um texto do psicanalista Contardo Calligaris denominado “Sedução Jovem” onde o mesmo cita que esse neologismo foi criado pela imprensa internacional no final da década de 90, incorporado a um glossário e posteriormente adotado pelo “New Oxford Dictionary of English”. Sim, people. O negócio já estava por aí e veio para ficar. A bagaça tá no dicionário há quase 20 anos.

Para que se interessar pelo assunto, a “Adultescência” pode ser explicada de várias maneiras e a coisa é bem mais complexa do que parece. Os psicanalistas e sociólogos utilizam como embasamento dados que vão desde o aumento da expectativa e custo de vida, até a disseminação das culturas de massa. Estão vendo só como tudo tem explicação nessa vida? Mas não é porque a coisa tem explicação que automaticamente tudo é justificável. Não dá para viver nessa “crise eterna de uma mente sem lembranças”, mais popularmente conhecida como “não lembro, não fiz”. “Carpe Diem” uma ova. Tá na hora de parar com essa palhaçada, acertar as contas e tomar responsabilidade na vida. Eu não sei vocês, mas quando tiver 32 anos não quero parecer ter 25. Mentalmente, claro.

Qual foi sua melhor Experiência?

O Pode Vir Quente vai iniciar uma seqüência super legal de colaborações de amigos (as) que vão contar quais foram os seus melhores momentos e experiências durante viagens.

Para estrear, essa semana vamos publicar as 5 melhores experiências do Fabrício Ferreira, o primeiro colaborador do Pode Vir Quente. Conhecedor de 25 países, o Fabrício mostrou os lugares que trouxeram as melhores sensações que ele experimentou durante uma viagem:

1) Downhill na Carretera de La Muerte  (La Paz  – Bolívia)

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2) Rafting em Arequipa ( Peru)

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3) Mergulho em Maragogi (Brasil)

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4) Snowboarding na Província de (Ontário – Canadá)

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5) Atravessar um país de trem- (Canadá)

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E você? Qual foi sua melhor experiencia? Conta pra gente!